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quinta-feira, 10 de março de 2016

RECLAMÓDROMO, MARÇO 2016

Quase um ano que não escrevo, mais de um ano de ininterruptas notícias deprimentes sobre corrupção e crise, mais um ano em que minhas certezas restaram dissolvidas entre ondas de calor debilitante dos verões cada vez mais quentes, temporais cada vez mais violentos, e os mesmos problemas cada vez mais arrastados. Trabalhar com computador, interagindo no mundo virtual, ainda me dá a sensação de viver dentro de um sonho, longe da realidade, sempre em dúvida sobre o que é real e o que é imaginário, o que é verdade ou mentira.

HOJE ACORDEI "RECLAMONA", entediadamente cansada da burrocracia deste mundo moderno, que constantemente muda a forma para que se esqueçam dos conteúdos. Ainda estou juntando os cacos, tentando superar mais uma "puxada de tapete", desta feita de alguém que nunca imaginei que teria razões para isso. Será que joguei metade de um ano de esforços, na lata de lixo? As pessoas me surpreendem, acho que não entendo mais o mundo em que vivo. (Ou entendo, só não gosto?)

Pois então, que se (*$&¨%#$*&#@$#*R&*&) as pessoas que reclamam de quem reclama.
INSTAURADO O RECLAMÓDROMO. 
E em público! (Embora, verdade seja dita, eu tenha dúvidas se alguém lê isso...

E, penso, vou retomar meus projetos. Aqueles projetos abandonados porque, aparentemente, ninguém se interessa por eles, e que para tocar adiante, terei que fazer em solidão. Uma palavra de incentivo, ah, isso não seria nada mal! AINDA VOU RIR DE TUDO ISSO. Voltei a ler Bukowski, porque há dois famosos que nunca entendi como se tornaram famosos. Um deles é o próprio, Charles Bukowski. O outro é Van Gogh. Como superaram uma vida de fracasso, para se tornar paradigmas? E porque eles, estes e não os tantos outros que viveram da mesma forma autêntica, porém foram esquecidos pela história?

Viu só?
Minhas certezas se tornaram dúvidas.
Que triste!

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